10 de outubro de 2015

Proteja-se das torturas psicológicas

Proteja-se das torturas psicológicas de chefes tiranos e melhore a sua autoestima no trabalho. O assédio moral é um abuso de poder e as mulheres são as principais vítimas; saiba como fugir dessa humilhação perverso
Ordens arbitrárias e atos desleais e constrangedores caracterizam o assédio moral, que se estima ser o caso de 35% dos trabalhadores brasileiros.
Segundo Margarida Barreto, médica do trabalho e pesquisadora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, “os alvos escolhidos costumam ser os que não fazem corpo mole”.
Mulheres de personalidade forte, que não aceitam ser exploradas; profissionais que retornaram ao emprego depois de um afastamento; além de mães de filhos pequenos costumam ser alvos da tirania.
Fique atento e não se submeta a essa prática que aniquila a saúde física e mental dos funcionários. O site M DE MULHER dá mais informações e ainda dicas para você saber se defender:

1. Não fale sobre sua vida pessoal no trabalho.

2. Defenda-se das críticas com calma e racionalidade.

3. Não demonstre ao seu assediador que você ficou abalada. É isso o que ele quer.

4. Em vez de se culpar e se desvalorizar porque tem dificuldades profissionais, passe uma imagem de confiança.

5. Se precisar sair de licença médica, preencha a comunicação de acidente de trabalho e indique a causa real: opressão do chefe.

6. Anote todas as atitudes desrespeitosas de seu chefe com data, hora e nome de testemunhas. De posse dos documentos, procure ajuda no departamento de recursos humanos da empresa.

7. Antes de cogitar pedir demissão, saiba que você tem a seu favor o fato de as empresas estarem atentas a esse tipo de abuso


FONTE: MMULHER


16 de setembro de 2015

Quem eu sou?



Eu sou melodia, sou valsa, sou emoções, sou mar revolto bramindo com fúria e sou também a prata das águas que as estrelas fazem brilhar em noites de veludo. Tenho o encanto das encantadoras e a frieza dos desiludidos. Sou valsa, sou tango, sou calor e sou gelo. Sou verdadeira, incapaz de ser falsa, mas inteligente para já saber que a palavra é de prata quando o silêncio é de ouro. Sou melodia, sou valsa, sou emoções desavindas ou controladas.

Sou uma sonhadora, uma tonta e, uma querida ou inimiga passageira. Não me dou com o mal e sempre pedi ajuda para quem me traíu. Já fui traidíssima e amada como só os poetas sabem amar. Em delírio, em paixão, em loucura. Pisco os olhos às estrelas, afago as nuvens, dou o braço ao vento e falo com a infinidade dos Oceanos mas não sou marada. Sou filha deles!

Sou um sono e muitos sonhos onde já me aconteceu de tudo Já estive no Paraíso, já acompanhei Jesus, já sonhei com pessoas de quem não gosto mesmo nada e nunca conheci pessoalmente. Já afaguei algumas e já desanquei noutras. Sou assim: doce e amarga, tonta e certinha. Rodopio, danço, sorrio à Vida, às flores, aos animais, às pedras (“eu hei-de amar uma pedra…”) e… sorrio para ti, meu amor.
(Autora: Maria Elvira Bento)
(foto:Ken Browar/Deborah Ory)

19 de junho de 2015

Abri as asas e provoquei a vida e voei.


O tempo parou enquanto, perdida, procurava agarrar o chão que fugia. 
O vento, indiferente, continuava a pintar vida nas folhas que rodopiavam e caíam. 
Abri as asas, provoquei a vida e voei. 
Perdi-me de admiração em admiração ao olhar nos olhos das pessoas. 
Neles, há tantos sortilégios, encantos e desencantos. Há tanta vida por contar. 
Enquanto, confusa, sentia que não conseguia agarrar o momento, lembrei-me que o meu coração precisava de bater e, aí, confessei que o amava. 
Ele ouviu-me e, readquiriu o entusiasmo perdido. 
Tinha criado raízes desmotivadoras mas o vento, nas minhas asas, voltou a deixar-me em harmonia. E eu abri-as à vida. Imperfeita, na sua perfeição.

(Maria Elvira Bento)